A defesa deve utilizar os conhecimentos da psicologia forense para contestar a credibilidade e a precisão dos depoimentos de testemunhas e colaboradores. Exploram-se fatores como vieses cognitivos, sugestionabilidade (induzimento por perguntas capciosas ou exposição midiática) e inconsistências nos relatos. A estratégia visa demonstrar que a prova oral, isoladamente, pode ser insuficiente para sustentar uma condenação, especialmente quando não corroborada por provas objetivas.
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A Psicologia do Testemunho e a Fiabilidade da Prova Oral em Casos Complexos
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Matheus Ximenes Feijão Guimarães
26 de julho de 2024
Tags:Geral
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Matheus Ximenes Feijão Guimarães
Advogado especialista com ampla experiência em Geral. Comprometido em compartilhar conhecimento jurídico de forma acessível.
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