A defesa deve demonstrar a licitude e a transparência das doações e patrocínios. Analisa-se a existência de contrapartidas legais e proporcionais (ex: exposição da marca), o registro contábil adequado e, crucialmente, a ausência de vinculação entre o pagamento e um ato de ofício específico do agente público beneficiado. O objetivo é provar que a transferência de recursos não teve como finalidade a compra de favores ilícitos.
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Prova da Vantagem Indevida: Diferenciando Doações e Patrocínios Lícitos
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Matheus Ximenes Feijão Guimarães
26 de julho de 2024
Tags:Geral
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Matheus Ximenes Feijão Guimarães
Advogado especialista com ampla experiência em Geral. Comprometido em compartilhar conhecimento jurídico de forma acessível.
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